| As Viagens de Aldailis - Parte II |
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| Por TT1 | |||||||||||||||||
| 25 de junho de 2005 | |||||||||||||||||
Página 9 de 15 - Hum...Idéia interessante... - Aragorn olhou para baixo - Mas vejo algumas pedras, que dificultariam um pouco, para o lado direito. Mas entre as duas pedras, há o espaço de aproximadamente uma milha. Dessa vez Alda não respondeu. Ela fechou os olhos, como se estivesse em um sonho. Um vento bateu para o lado direito e ela se desequilibrou. Aragorn a puxou para trás antes que ela pudesse cair, e quando Alda abriu os olhos viu o rosto preocupado dele. - Isso é realmente um sonho, não é? - Ela perguntou de repente. - Não, pelo menos eu acho. Mas se for, ao menos não é um pesadelo, ou é? - Aragorn respondeu sorrindo. - Não...Seria um sonho bom.- Alda sorriu - Obrigada por ter me segurado! - Ela levantou e deu um abraço de amiga no Aragorn - Não precisa agradecer...É o mínimo que posso fazer. - Ele devolveu o abraço. E assim, permaneceram por um tempo em silêncio. Aragorn olhou o Sol, e quebrou o silêncio novamente: - Acho que os cavalos foram liberados... - Ele começou - Sério? Ah, legal!Leva-me até onde eles estão? - Alda respondeu animada afastando-se após perceber o que fizera. Aragorn fez que sim com a cabeça e apontou a porta. Ambos entraram e seguiram, desceram até o piso térreo e lá viram, em um canto, Legolas e Lhûgëa examinando um vaso com um pouco da Folha-do-Rei dentro. Seguiram pelo jardim em volta da casa, até chegarem ao estábulo. Lá, um belo cavalo branco estava selado, pronto para receber um cavaleiro. - Mandei preparar um cavalo branco para você. Aí está; Pode cavalgar, mas, por favor, volte antes do anoitecer está bem? - Aragorn disse. Alda fez que sim com a cabeça, e foi rápido em direção ao portão da cidade.Alda alcançou o portão não muito tempo depois e começou a andar devagar em volta da cidade. Afastou-se um pouco mais onde o rio não fechava seu caminho, e ali desmontou, bebendo um pouco da água cristalina. Seu cavalo, Arueo, bebeu um pouco também. Alda olhou em volta, e viu que poderia cavalgar bastante, e voltar antes do anoitecer como prometera a Aragorn. Logo, ela montou em Arueo e foram cavalgando lentamente pelas margens do Rio, sempre fazendo pequenas paradas para olhar em volta. Ela pretendia chegar até um pequeno amontoado de árvores, adentrá-lo e depois voltar para a casa de Elrond e cear. Quanto mais andava, mais ficava admirada com a beleza de Valfenda. Ela se imaginou em baixo das cachoeiras, e decidiu que antes de partir iria dar uma parada em uma delas. Alda via vários elfos caminhando com pressa, alguns navegando rio abaixo, outros levando mercadorias para dentro de Valfenda, e outros como ela, simplesmente cavalgando. Logo à tarde já passava, e às 3 horas ela alcançou um amontoado de árvores. Ela entrou e foi cavalgando lentamente, observando cada árvore e imaginando que tipo que ela era. Quando entraram um pouco mais, Alda fez Arueo parar, para ela prender melhor o cinto com a espada. Logo, uma flecha zuniu passando alguns centímetros ao lado da cabeça de Alda. Ela olhou em volta e berrou: - Quem está aí e o que quer? - Orcs! - o chefe-orc disse e saiu com um bando de 50 orcs atacando. Alda sacou a espada em tempo de acertar um no meio da cabeça, que ia atacar a espada nela. Assim, uma luta desesperada começou, enquanto ela ia voltando de costas para fora do amontoado de árvores. Ela matou alguns orcs, mas à medida que ia matando-os, outros iam aparecendo. Nesse instante, um orc veio pelas costas, e acertou a espada de raspão nas costas de Alda, mas Arueo deu um coice forte nele que caiu morto. Ela conseguiu desferir um golpe no pescoço de um, fazendo a espada dele só raspar em seu braço. Alda decepou a cabeça de vários orcs, e o Chefe-orc totalmente irado mandou uma flecha zunindo raspando no pescoço dela. |
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| Última Atualização ( 02 de setembro de 2006 ) | |||||||||||||||||
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