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Um Antigo e Mais novo Inimigo da Terra Média Imprimir E-mail
Por Lyvio   
04 de novembro de 2007
Índice de Artigos
Um Antigo e Mais novo Inimigo da Terra Média
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Cap. 3: O Mal vem das Cavernas

A Aurora do trigésimo dia chega, ao se levantar Bem olha diretamente para o Sul, lá no horizonte ele vê uma torre negra, torre essa que era destaque entre as montanhas e imponente, era a torre de Isengard.

-Estamos cada vez mais perto Jone, (falou bem animado), mas não temos tempo essa montanhas são perigosas, o perigo cresce a cada passo, não teremos segurança enquanto não chegarmos a Orthanc, ontem à noite já tivemos uma prova disso, Jone olhou para seu dono como se estivesse entendendo tudo que ele falava, aproximou-se e baixou a cabeça como se estivesse pedindo para ser montado, Bem re-empilhou as coisas em cima de Jone e o montou, sequer tomou seu desjejum, a estrada estava tranqüila, o céu não estava mais tão azul quanto os 28 dias atrás, estava cheio de nuvens, mas nada que pudesse ameaçar uma chuva, nem muito menos uma tempestade, a terra média estava em época de pouca chuva, fato esse que deu mais força para o Bem partir em sua jornada.

Quanto mais Bem caminhava com seu pônei Jone as horas se passavam, não de acordo com a velocidade deles, mas normalmente, além disso, a torre negra ficava cada vez mais próxima e mais imponente, Bem sabia que teria dificuldades para entrar em Orthanc, afinal os Ents a guardavam e um pequeno por lá tão longe de suas terras é algo raríssimo, senão depois da guerra do anel único, mas Bem sabia muito sobre os Ents, durante suas conversas com os “grandes” Hobbits, como eram Chamado Sam, Merry, Pipin e Frodo, esse agora na terra dos imortais, Bem colheu o máximo de informações que pode inclusive sobre os Ents e seus comportamentos, Bem sabia que estes confiavam na raça dos pequenos e os admiravam e talvez essa fossa a carta na manga de Bem.

A Caminhada continuava, mas algo chamou a atenção do hobbit, ele percebeu muita poeira subindo ao norte, de onde tinha um pequeno morro, se dirigiu ao morro e ao chegar ao topo seu rosto muda completamente, como se o medo o acometesse com todas as suas forças, seus olhos arregalados perceberam grandes tropas de goblins se movimentando seguindo seu rastro, de imediato Bem montou em Jone e aproveitando a inclinação do morro pegou velocidade rápido.

-Vamos Jone!!! rápido!!! (falou bem desesperado), temos que chegar a Isengard, lá os Ents nos protegerão. Então pensou consigo:
-O que os goblins querem em Isengard?, eles não enviariam pelo menos 2000 para me pegar não havia necessidade para isso...,
Essa dúvida o atormentou, mas ele ainda pensou:
- Essa é minha chance, e pelo visto eles vão se ocupar com os goblins e como hobbit talvez eu não seja de guerra e para me proteger eles devem me colocar em algum lugar seguro...hum....ah!,A torre isso, essa é minha chance.

Ao chegar aos portões de Isengard, bem não vê ninguém à muralha era enorme assim como o portão:

-Por favor!!!, Alguém abra a aporta!, Estou sendo perseguido por goblins, estão em milhares!... .

De repente um estrondo ocorre e um rangido de porta se abrindo começa sonar, Bem olha e vê dois Ents enormes e robustos, o da esquerda se chamava Dantarvore e o da Direita Grandarbusto.

-O que um pequeno está fazendo aqui nessas regiões perigosas?(perguntou Dantarvore)
-Goblins!!, Goblins estão vindo!!!, E parecem que vão nos atacar!. Grandarbusto levanta sua visão e vê ao longe centenas deles e com a mão fez um sinal aos demais Ents que estavam na nas proximidades da torre.

Bem desesperado falou:
-Não me deixem aqui, me levem para um lugar seguro, por favor, não sou um hobbit guerreiro, nunca lutei na minha vida se me deixarem aqui será o meu fim, e começou a forçar o choro até que conseguiu.
Os dois Ents se comoveram com bem e rapidamente Grandarbusto pegou Bem e Jone e os segurou com suas mãos:

-Não se preocupe, vamos lhe proteger pequenino.

Enquanto Grandarbusto levava Bem e seu pônei Dantárvore fechava os portões rapidamente e gritava:

-Se preparem!!!, Se preparem Ents, vamos ser atacados mais uma vez...

Grandarbusto se aproximou de um Ent Maior e de aparência mais velha e falou:

-Senhor Fangorn, esse pequenino estava sendo perseguidos pelos goblins que vem em nossa direção... vamos ser atacados mais uma vez...

Fangorn baixou a cabeça com ar de tristeza

-Já é a quarta vez que nos atacam e cada vez vem com mais, não poderemos resistir assim..., pequeno tome, essa é a chave de Orthanc entre e se proteja lá. Deu a chave a bem que ao descer deu um sorriso sínico..., olhou para Fangorn e sua expressão já era de tristeza e falou:

-Muito obrigado Fangorn!
-Vamos pequeno não há tempo entre. Disse o ent.
Ao entrar Bem se impressionou com a beleza da torre por dentro, porém gritos o chamaram a atenção, grito dos ents:
-Os muros, eles estão passando como se estivessem no solo!!

A frente deles vinha um Goblin maior que os demais tinham uma vestimenta diferente como um manto de rei, porém mais rústico, em sua mão direita empunhava uma espada e na esquerda um pequeno toten, onde seu topo parecia ser o crânio de um deles, Tinha uma coroa de ouro com adornos de aço simbolizando os portões de Moria, e estava montado em um escorpião gigante, enquanto isso bem olhava a torre completamente empoeirada e cheia de teias de aranha e, mas a frente uma escada de dava para o segundo piso, com os gritos Bem subiu rapidamente e ao alcançar o segundo e terceiro piso viu uma janela, se dirigiu então para ela, ao chegar lá com espanto Bem parou, olhou para o solo e o viu coberto de preto como um formigueiro agitado, eram as tropas goblins, enormes cerca de dois mil deles estavam lá frente a frente com os Ents que estavam alinhados eram pouco mais de cem.

-Será o fim dos Ents, e eu não sei se realmente estou protegido aqui, fala-se que essa torre é indestrutível, mas vendo aquela imensidão de soldados começo a achar ao contrário...

Ao longe Ben viu algo gigante no topo de uma das montanhas mais baixas, mas não conseguia identificar o que era, olhou atentamente mais estava muito distante, e ele não pode ver.

-O que será aquilo tão grande e tão distante, que o crepúsculo atrapalha que eu veja, (pensou ele).


 
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